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4 de março de 2015

O Pai mais horrível do mundo

Este domingo dia 8 de Março vamos conhecer "O pai mais horrível do mundo" de João Miguel Tavares.

Será um momento encantado para partilhar com pais e filhos.





O jornalista João Miguel Tavares inspirou-se no seu filho Gui para retratar o mais antigo conflito doméstico: a vocação dos filhos para fazer asneiras e o esforço dos pais para os educar e proteger. Com belíssimas ilustrações de João Fazenda, este é o livro ideal para todos os miúdos que acham os pais uns grandes chatos, e para todos os pais que ainda assim conseguem manter o sentido de humor.

Saudações encantadas,
Patrícia Almeida

16 de setembro de 2014

Era uma vez um dia normal de escola

E depois das férias de agosto regressámos à FNAC do Leiriashopping com a história de Colin McNaughton - "Era uma vez um dia normal de escola".




Uma história apropriada para este momento intenso e difícil de início de escola.


Quantos pais não sentem "borboletas" na barriga por levarem os seus lindos pimpolhos pela primeira vez à escola? 



Nesta história o autor brinca com palavras simples, com sinónimos e antónimos.



Normal - Habitual - Normalmente - Habitualmente - Extraordinário



Todos temos dias assim :)



Saudações encantadas!

26 de junho de 2014

De que são feitos os dias?





De que são feitos os dias? 
- De pequenos desejos, 
vagarosas saudades, 
silenciosas lembranças. 

Entre mágoas sombrias, 
momentâneos lampejos: 
vagas felicidades, 
inactuais esperanças. 

De loucuras, de crimes, 
de pecados, de glórias 
- do medo que encadeia 
todas essas mudanças. 

Dentro deles vivemos, 
dentro deles choramos, 
em duros desenlaces 
e em sinistras alianças... 

Cecília Meireles, in 'Canções"


Saudações encantadas!

25 de junho de 2014

«Preciso ser um outro - para ser eu mesmo» assim começa o poema de Mia Couto. Uma antítese que não podia estar mais certa. Quantas vezes temos que ser outros para mantermos quem somos?

«No mundo que combato morro 
no mundo por que luto nasço »

Identidade

Preciso ser um outro
para ser eu mesmo

Sou grão de rocha
Sou o vento que a desgasta

Sou pólen sem insecto

Sou areia sustentando
o sexo das árvores

Existo onde me desconheço
aguardando pelo meu passado
ansiando a esperança do futuro

No mundo que combato morro
no mundo por que luto nasço

Mia Couto, in "Raiz de Orvalho e Outros Poemas"

11 de setembro de 2012

Gira, Gira vai à escola...

E foi assim que reiniciámos os nossos momentos encantados de histórias e partilhas...



Conhecemos a Gira Gira, que além de ser uma girafa encantadora tinha um sonho: ir à escola...
Mas havia um problema: Gira Gira era alta demais para caber na sala de aula... depois de muitos planos e desenhos descobrimos a solução...

Foi muito bom voltar... as saudades já apertavam...

Sonhos encantados!


26 de outubro de 2010

Eu, a bandeira branca...

Sabes o que é uma bandeira branca? Convidámos pais e filhos a conhecerem  um episódio curioso e engraçado sobre a implementação da 1ª República. Depois todos colorimos as nossas bandeiras brancas e criámos, assim, o nosso país ( na maioria dos casos  um reino encantado, onde não faltou o reino dos afectos e o reino arco-íris).



Os primeiros a chegar...






o reino dos afectos

Saudações encantadas!










o reino do irmão...

19 de maio de 2010

Vila Nogueira de Azeitão...

Foi num destes dias que parti rumo a Azeitão... na mala levava alegria e muitos afectos. O sol lindo que brilhava tranquilizava a ansiedade sentida... foi o coração que me impulsionou a ir... o que encontrei?... alegria, muitos sorrisos, partilha, sonhos, energia e muitos muitos afectos... foi um momento extraordinário... confesso que a minha vontade foi ficar...


Mas outras surpresas ainda me aguardavam...
O carinho recebido foi maravilhoso...

Saudações encantadas!

3 de março de 2010

O Sal e a Água (conto tradicional)


Era uma vez um rei que tinha três filhas; perguntou a cada uma delas qual era a mais sua amiga. 

A mais velha respondeu:
– Quero mais a meu pai, do que à luz do Sol.

Respondeu a do meio:

– Gosto mais de meu pai do que de mim mesma.

A mais moça respondeu:

– Quero-lhe tanto, como a comida quer o sal.

O rei entendeu por isto que a filha mais nova o não amava tanto como as outras, e pô-la fora do palácio. Ela foi muito triste por esse mundo, e chegou ao palácio de um rei, e aí se ofereceu para ser cozinheira. Um dia veio à mesa um pastel muito bem feito, e o rei ao parti-lo achou dentro um anel muito pequeno, e de grande preço. Perguntou a todas as damas da corte de quem seria aquele anel. Todas quiseram ver se o anel lhes servia: foi passando, até que foi chamada a cozinheira, e só a ela é que o anel servia. O príncipe viu isto e ficou logo apaixonado por ela, pensando que era de família de nobreza.

Começou então a espreitá-la, porque ela só cozinhava às escondidas, e viu-a vestida com trajos de princesa. Foi chamar o rei seu pai e ambos viram o caso. O rei deu licença ao filho para casar com ela, mas a menina tirou por condição que queria cozinhar pela sua mão o jantar do dia da boda. Para as festas de noivado convidou-se o rei que tinha três filhas, e que pusera fora de casa a mais nova. A princesa cozinhou o jantar, mas nos manjares que haviam de ser postos ao rei seu pai não botou sal de propósito. Todos comiam com vontade, mas só o rei convidado é que não comia. Por fim perguntou-lhe o dono da casa, porque é que o rei não comia? Respondeu ele, não sabendo que assistia ao casamento da filha:

– É porque a comida não tem sal.

O pai do noivo fingiu-se raivoso, e mandou que a cozinheira viesse ali dizer porque é que não tinha  colocado sal na comida. Veio então a menina vestida de princesa, mas assim que o pai a viu, conheceu-a logo, e confessou ali a sua culpa, por não ter percebido quanto era amado por sua filha, que lhe tinha dito, que lhe queria tanto como a comida quer o sal, e que depois de sofrer tanto nunca se queixara da injustiça de seu pai.

O Amor assume várias formas...

Saudações encantadas!