Este domingo dia 14 de junho pelas 11:30m na FNAC do Leiriashopping:
- Hora do conto. Stop! Queres saber porque é que o dinossauro, a toupeira, o papagaio e muitas outras criaturas não podem conduzir?!
Vem descobrir de brincar connosco. Boa viagem... em segurança...
Contamos contigo.
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12 de junho de 2015
Bemposta
Foi muito bom visitar com as istórias encantadas o Centro Escolar da Bemposta, muito obrigada pela forma simpática e entusiasta com que nos receberam.
Beijinhos encantados para todos.
Books and movies Alcobaça
Foi uma semana maravilhosa, cheia de histórias e palavras partilhadas.
Muito obrigada por estes momentos.
Saudações encantadas para todos.
16 de novembro de 2013
Dois dedos de conversa - novo livro da escritora Carmen Zita Ferreira
Lançamento do livro “Dois dedos de conversa” da autoria de Carmen Zita Ferreira, com ilustrações de Sara Cunha, no próximo dia 17 de novembro, pelas 16h, na sede da APDAF (Associação para a promoção e dinamização do apoio à família), na Rua Santa Teresa de Ourém (junto à escola do 1.º Ciclo), em Ourém.
A obra será apresentada pelo Doutor João Manuel Ribeiro e o evento contará com a atuação do Coral Infantil e Juvenil de Ourém.
Saudações encantadas!
16 de outubro de 2013
A queda de um anjo de Afonso Cruz
Para mim a leitura sempre foi,e ainda é, um momento solitário de pura diversão egoísta ou de introspecção profunda e quase metafísica. Gosto de ler, porque sinto que a cada leitura desafio a minha estrutura humana, gosto de ler porque é uma forma de me conhecer. Gosto de ler porque sim, porque me sinto bem.
Agora tentarei superar um desafio: partilhar! Porquê? simplesmente porque sim.
Hoje ao deambular por páginas virtuais tropeçei neste título " A queda de um anjo", mas o que me fez parar foi o seu autor Afonso Cruz. Aquele nome que faz parte da lista da construção da biblioteca que quero ter (espaço em construção contínua). Aquela sensação única de tranquilidade só por ver o seu nome ou os seus títulos na vertical.
12 páginas é o tamanho físico deste conto, mas é infinito o tamanho das emoções e recordações que me provocou. Leiam peço-vos são apenas 12 páginas directas e muito «rentes à carne». Podia falar-vos da inquietação que se sente ao perceber a ligação estranha de um casal. Porque será que tantas vezes ficamos agarrados e dependentes daquilo ou de quem nos faz mal e temos a tendência quase fatalista de afastar quem nos quer bem? Nunca entendi bem o ditado do povo: «Há pessoas que nem com o bem podem.»
Ou podia falar-vos da lucidez das memórias quando estamos perto do fim. Não deixa de ser impressionante que independentemente dos anos que tenhamos vivido no Fim basta uns segundos ou até breves minutos para resumirmos a nossa existência. Ou fomos Criados para viver muito mais tempo. Ou começarmos a envelhecer e até a morrer cedo de mais.
O conto é um bis como os refrões das músicas, quando lemos a primeira vez é inevitável repetir.
Mas partilhar a leitura não deverá ser um exercício de compreensão ou de análise das personagens como tanto gostam alguns de fazer.
A Ema de Jesus fez-me recordar a última vez que estive com o meu avô antes de ele morrer. Sentada à sua frente perguntei-lhe como estava e ele simplesmente continuou a sua conversa com a sua mulher (minha avó falecida há muitos anos) e dizia-lhe:"espera um pouco estou quase a ir para o pé de ti". - virou-se para mim e perguntou: "então e tu estás feliz?".
Respondi apressadamente que sim, que estava tudo bem atropelando as palavras na esperança ingénua de agarrar aquele breve momento de lucidez e conversar com ele como antigamente fazia.
Ele continuou a conversar com a sua mulher (minha avó) e eu apercebi-me que aquela foi a maneira mais prática, descomplexada e «rente à carne» que ele arranjou para me dizer que aquela seria a nossa última conversa.
«. Entro numa assoalhada e ouço palavras antigas que foram pronunciadas há um ano ou há uma semana ou há menos tempo. Há palavras que se dizem que nunca mais se apagam.» A queda de um anjo de Afonso Cruz.
Foi bom recordar.
Leiam peço-vos são apenas 12 páginas directas e muito «rentes à carne».
Está disponível on-line.
Saudações encantadas,
Patrícia Almeida
12 de maio de 2013
Na Lourinhã...
Gostei muito de estar convosco... obrigada pela simpatia e partilha... foram momentos muito encantados....
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14 de fevereiro de 2013
Os Ratos das Botas - história do dia

OS RATOS DAS BOTAS
António Torrado escreveu e Cristina Malaquias ilustrou
Por isso estavam as botas de costas voltadas, isto é, de calcanhares voltados, como as botas de Charlot.
Mas, num dia de grande temporal, o vento soprou a valer por aqueles sítios e empurrou uma das botas em direcção à irmã, que também se deslocou com a ventania.
– Quem está aos pontapés à minha casa? – irritou-se um dos ratinhos, muito assustado com a tempestade.
O vento puxou a chuva que, cada vez mais forte, alagou aquele cantinho do mundo onde estavam as botas.
– Ora botas! Já nem se vive em sossego na nossa própria casa – lastimou-se um dos ratinhos. Graças à proximidade, o outro rato ouviu o vizinho queixar-se e também se lamentou:
– Casas velhas e mal calafetadas não dão segurança nenhuma. Ora botas! Ora botas!
Que o pior ainda estava para vir. Quando a água da chuva inundou aquelas paragens, e a corrente deu em rio, as duas botas foram arrastadas na chuva e rolaram, muito trangalhadanças, sobre pedras e seixos.
– Ora botas! Em vez de casa, um barco – desesperava-se um ratinho.
– Ora botas! Em vez de bota, um bote – desesperava-se o outro ratinho.
Amainou a tempestade, estancou a chuva e as duas botas acabaram poisadas, lado a lado, num montinho de areia.
Os dois ratos, quando sentiram que o perigo tinha passado, saíram ao mesmo tempo das respectivas botas, isto é, das respectivas casas.
– Que viagem mais tormentosa – queixou-se um.
– Nunca mais acabava – queixou-se o outro.
Sem darem por isso estavam a falar um com o outro.
– Mas o sítio é bonito.
– E tem bom ar.
– E boa vista.
– E bom piso.
Um dos ratinhos apontou para a bota, isto é, para a casa do outro, e reparou:
– Tem as persianas todas escangalhadas. Eram os atacadores fora das ilhós e deslaçados.
O outro ratinho retorquiu:
– As suas persianas também precisam de arranjo. Eu ajudo-o. Passaram a tarde a consertar as casas e, com a boa ajuda um do outro, o trabalho rendeu muito. Vão agora, segundo combinaram, fazer uma vedação para proteger uma horta, que querem cultivar a meias.
– As suas persianas também precisam de arranjo. Eu ajudo-o. Passaram a tarde a consertar as casas e, com a boa ajuda um do outro, o trabalho rendeu muito. Vão agora, segundo combinaram, fazer uma vedação para proteger uma horta, que querem cultivar a meias.
Ficaram outra vez dois ratinhos amigos, e as botas, aliás as casas geminadas, são bem prova disso.
FIM
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9 de dezembro de 2010
Aldeia de Natal
Leiria recebe de 4 a 23 de Dezembro, a 10ª edição da Aldeia de Natal.
A nova aposta da edição deste ano é a "Fábrica do Pai Natal", onde há lua, estrelas, brinquedos, luzes, contos e magia.
Transformar o edifício do antigo Banco de Portugal, foi um desafio que aceitámos de imediato. Considerámos fantástica a ideia de transformar por completo um edifíco na "Fábrica do Pai Natal", criámos e pintámos os cenários, construímos uma história original e elaborámos um espectáculo de magia.
Os preparativos foram intensos e muito natalícios, é com grande alegria que fazemos parte da magia do natal.
A biblioteca da fábrica do Pai Natal (sala do conto), a sala da magia e a sala dos brinquedos, são os espaços principais desta nova fábrica. Deixamos aqui o convite para que todos visitem a Fábrica e se deixem invadir pela verdadeira magia, valores e afectos do Natal.
Venham fazer parte deste momento maravilhoso de partilha.
Dias úteis: das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00
Sábados: das 10h00 às 12h00 e das 15h00 às 18h30
Domingos e feriado: das 15h00 às 18h30
Saudações encantadas!
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10 de setembro de 2010
Mais um momento de partilha...
A FNAC foi o ponto de encontro de mais um momento intenso de partilha de palavras, música, contos, afectos, sorrisos... foi mais um momento encantado. Partilhar sentimentos permite-nos ser mais felizes...
Saudações encantadas!
10 de fevereiro de 2010
Vou contar-te um segredo...
Uma história por dia e nem sabes o bem que te fazia...
Estudos indicam que a criança a quem se lê ou conta histórias com frequência tem um vocabulário mais alargado, informações mais diversificadas sobre a natureza e sobre o mundo que a rodeia.
A história lida ou contada forma a personalidade, incute valores, fornece aprendizagens diversas, desenvolve várias capacidades, ajuda a reflectir, incute o espírito crítico e incute hábitos de comportamento, de consumo entre outros.
São precisos alguns minutos por dia, paciência e imaginação, mas os benefícios parecem compensar: contar histórias desenvolve o intelecto e a afectividade das crianças e cria laços entre gerações.
Ao entrar no universo infantil, o adulto fascina a criança. Elas adoram ouvir histórias. Ler histórias para crianças é poder sorrir, rir, gargalhar com as situações vividas pelas personagens, é suscitar o imaginário, é ter curiosidade respondida em relação a tantas perguntas. É ouvindo histórias que se pode sentir emoções importantes como a tristeza, o pavor a insegurança, a tranqüilidade e tantas outras mais.
Viagem encantada e cheia de boas histórias!
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